[Check-list] Como implementar a Segurança da Informação no seu programa de Compliance

[Check-list] Como implementar a Segurança da Informação no seu programa de Compliance

 

Cuidar da segurança da informação de uma empresa vai além de ter bons equipamentos, bons softwares e uma equipe especializada. Também é necessário ter uma boa política de compliance que determine quais são as boas práticas e adeque seu negócio às exigências legais do seu mercado. Poucas empresas se preocupam com isso: apenas 3% delas têm boas práticas de compliance.

Uma boa política deve estar baseada nos princípios de integridade (não-violação dos dados), confidencialidade (garantia de que somente pessoas autorizadas tenham acesso aos dados), e autenticidade (garantia de veracidade) das informações. Vale a pena lembrar que existem grandes diferenças entre compliance e governança de TI. A última é composta pelas práticas dos gestores de TI para administrar melhor os recursos tecnológicos em termos de eficiência, custos, experiência do usuário. Ou seja, alinhar esses instrumentos aos objetivos do negócio.

Como fazer, então, para garantir que a segurança da informação esteja na política de compliance? Veja a seguir.
 


1. Liste as leis, regulamentos e regras

Identifique e faça uma lista de que leis, regulamentos, políticas e regras precisam ser seguidas. Elas podem ser as leis dos países onde sua empresa está, as regras do mercado em que você atua, as regras internas da empresa (o que inclui suas políticas).

 

2. Detalhe como as regras devem ser cumpridas

Não basta apenas determinar a maneira certa de fazer as coisas. É preciso também criar controles para que as determinações sejam cumpridas. A empresa precisa definir quais eles serão e as consequências do não-cumprimento deles.

 

3. Crie uma estrutura de segurança

Em seguida, será necessário estabelecer uma arquitetura de segurança. Ela vai organizar toda a estrutura da empresa de acordo com os dispositivos, plataformas e programas usados. Uma vez criada, ela precisa ser respeitada.

 

4. Avise a todos os envolvidos

Por último, a comunicação dessas regras e estruturas precisa ser comunicada a todos os funcionários e colaboradores. Os dirigentes devem estar cientes de suas responsabilidades em garantir que todo esse arcabouço seja cumprido e avaliado constantemente.

 

5. Monitore

Para garantir que essas políticas sejam cumpridas, uma boa opção é implementar ferramentas de monitoramento. Elas geram informações que podem ser usadas não apenas no campo do compliance, mas também para melhorar a eficiência e dar uma melhor experiência ao usuário.

 

6. Estabeleça uma política de senhas

É preciso criar senhas difíceis, que não contenham dados pessoais (como datas de aniversário). A política de senhas pode forçar o usuário a formar senhas complexas - adicionando uma barreira de proteção contra fraudes.

Veja também: 10 dicas de segurança para suas senhas

 

7. Determine um controle de privacidade

Sua empresa deve criar - e aplicar - uma política rígida de privacidade. É um compromisso da empresa e de seus colaboradores com o cliente; uma garantia de que todas as pessoas que possam manipular dados vão seguir os mesmos métodos.
É importante, também, criar um termo de confidencialidade para seus colaboradores. Eles terão acesso a informações confidenciais, tanto da sua empresa quanto dos seus clientes. É importante se precaver contra possíveis vazamentos ou comprometimento de dados. Acordos dessa natureza aumentam o compromisso dos profissionais com a proteção dos dados na rede.

 

8. Implemente um controle de sites

Essa é uma medida já popular na maioria das empresas, que limitam o tipo de site que um colaborador pode acessar. Afinal de contas, sites de jogos, pornografia, entre outros, apresentam graves riscos à segurança de uma rede. Sem falar nos riscos para a imagem da empresa. Esse controle é uma medida simples, facilmente implantável, além de ser eficaz.

 

Veja também: Quais sites devo bloquear no ambiente de trabalho?

 

9. Backup e prevenção

O trabalho com segurança de dados é contínuo. É preciso que a empresa esteja sempre atualizada, implantando as principais ferramentas de proteção. Além disso, deve-se realizar backups periódicos – de preferência armazenando os dados tanto em um HD quanto na nuvem. Quanto mais cópias de segurança, melhor. Isso é, desde que essas cópias estejam bem protegidas contra ciberataques. Empresas precavidas também realizam, de tempos em tempos, uma análise de riscos no sistema, em busca de possíveis vulnerabilidades.

 

Veja também: Quais são os tipos de Backup?

 

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